“O governo admitiu que a Igreja lidere e coordene a libertação acompanhada pela doutora Piedad Córdoba e a Cruz Vermelha. Falta apenas que as FARC aceitem esta proposta”, disse aos meios de comunicação o secretário da Conferência Episcopal da Colômbia (CEC), Dom Juan Vicente Córdoba Villota.
O prelado enfatizou que esta seria uma boa oportunidade, “porque o intermediário não tem nenhum interesse político”.
As FARC têm sequestrados sob seu poder membros das forças de segurança colombianas, alguns há mais de 12 anos, e pedem ao governo de Álvaro Uribe a libertação de rebeldes presos em troca dos reféns.
Em 31 de agosto passado, vários vídeos com testemunhos de sete policiais e dois militares sequestrados pelas FARC foram divulgados como provas de vida, em meio a um clamor generalizado dos familiares e dos próprios cativos para que a guerrilha liberte todos os reféns em seu poder.
















