A contribuição da Igreja católica nos Estados Insulares do Pacífico

Bento XVI recebe o rei de Tonga

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CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012(ZENIT.org) - Bento XVI recebeu hoje o rei de Tonga, sua majestade Siaosi Tupou V, que sucessivamente encontrou o arcebispo Dominique Mamberti, secretário do Vaticano para as Relações com os Estados.

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Em comunicado público foi divulgado que: “No decorrer da cordial conversa focou-se em alguns aspectos da vida social e econômica do país, bem como na positiva contribuição da Igreja católica em vários setores da sociedade e nas atividades de promoção humana. A isto seguiu uma troca de opiniões sobre a situação internacional, com particular referência aos Estados Insulares do Pacífico”.

O Reino de Tonga é um pequeno Estado insular do Pacífico sul, conhecido também como «As Ilhas Amigas»; localizado ao leste da Austrália, é formado por 169 ilhas do oriente vulcânico e de coral, das quais só 133 são habitadas. Ficou independente da Grã-Bretanha em 1970.

O Rei George Tupou I é considerado o ilustre pai da moderna Tonga, foi quem a uniu politicamente e adotou o cristianismo. Suas muitas realizações incluem a independência de Toga, quando a maioria das outras nações do Pacífico eram colonizadas; o decreto de emancipação, que deu às pessoas comuns direitos que não dispunha anteriormente; e uma constituição moderna para o arquipélago.

O legado do rei George Tupou I, que entregou Tonga a Deus em Pouono, Vava'u no início de 1800 mantém-se forte. Suas famosas palavras, “Tonga e Deus é a minha herança” continuam a ecoar pelo Reino.

Maria Emília Marega