A defesa da vida é o novo nome da Paz

Na Hungria, manifestações para exigir o direito à vida desde a sua concepção

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ROMA, terça-feira, 10 de janeiro de 2012(ZENIT.org) - Dia 28 de dezembro de 2011, festa dos Santos Mártires Inocentes, mais de 1.000 defensores da vida humana - incluindo uma criança de um ano que sobreviveu ao aborto se reuniram para exigir o direito à vida desde a sua concepção.

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Além da criança de um ano, que sbreviveu ao aborto, estavam presentes na manifestação, o cirurgião András Csókay; o monsenhor Andreas Laun, bispo de Salzburg (Áustria); o monsenhor Ioan Chisarau, bispo grego-católico de Temesvár (Romenia), juntamente com delegações dos movimentos Pró-Vida da Eslováquia, Ucrânia, Polônia, Grã-Bretanha e Suécia se reuniram em frente à sede do Presidente Húngaro, para expressar o seu apoio à vida que nasce.

Em nome destes, Imre Téglásy, fundador e presidente da Alfa, um movimento pela vida magiar, em consonância com a declaração da nova Constituição Húngara, que entrou em vigor em 01 de janeiro de 2012, pediu uma moratória sobre o aborto e a defesa de todos os meninos e meninas concebidos.

A carta entregue ao Presidente da República Húngara e a sua esposa, começa e termina com uma exortação: “Paz ao mundo! Paz para nós mesmos – paz às crianças concebidas! Paz no ventre!”

Em referência ao artigo 25 da Nova Constituição que afirma:“A dignidade humana é inviolável. Todo ser humano tem o direito à vida e à dignidade humana, a vida do concebido deve ser protegida desde a sua concepção.”

Em seguida, a carta diziia que é possível “cobrir o passado em paz, dando à luz a um, futuro de vida”, e continua explicando que a lei da natureza “encoraja a todos à reprodução e à defesa da vida que nasce.”

A lei básica que rege a vida civil é a do amor, do cuidado para com os outros seres humanos. A este respeito, recorda a prole de Antígona, que diz: - “Estão na terra para amar e não para odiar.”

E é sobre esta lei, que se fundamenta o juramento de Hipócrates, que diz :- “A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo, não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva”.

Com referência ao juramento de Hipócrates, os manifestantes pró-vida
pedem para que sejam proclamadas várias jornadas, em que não será praticada a interrupção voluntária da gravidez.

E elogiando a nova Constituição Húngara, que defende a vida, os manifestantes concluíram solicitando ao presidente e a sua esposa de estender a política em favor dos nascituros a toda a Europa, a fim de criar uma nova renascença.