A participação da Igreja na Rio +20

Chegou ao Rio de Janeiro o Núncio Apostólico: Dom Francis Chullikatt

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RIO DE JANEIRO, quinta-feira, 14 de junho de 2012(ZENIT.org) – Chegou ao Rio de Janeiro o Núncio Apostólico, Observador Permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, Dom Francis Chullikatt, para participar da RIO +20 - Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável -, que está sendo realizada de13 a22 de junho

O objetivo da Conferência é a renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes

Em entrevista a Web TV Redentor o Núncio Apostólico disse ter uma missão importante: destacar a pessoa humana e os problemas ecológico-sociais dos países mais pobres.

Junto com o Núncio Apostólico, chegaram na última terça-feira, 12 de junho, no Rio, três colaboradores: Padre Philip J.Bené, Padre Justin Wylie e o Advogado Lucas Swanepoel, que já estão participando da III Reunião do Comitê Preparatório, no qual se reúnem representantes governamentais para negociações dos documentos a serem adotados na Conferência.

Dom Francis Chullikatt falou sobre o papel da Igreja na Rio+20, destacando os três aspectos do desenvolvimento sustentável: a sustentabilidade econômica, social e ambiental.

A Igreja é muito importante no desenvolvimento destes três aspectos. Relacionado ao aspecto econômico, sabemos que a Igreja Católica sempre se preocupa com os países pobres, por exemplo. Quando falamos do social, sabemos que a Igreja é totalmente envolvida no crescimento da situação social do mundo. O terceiro aspecto, o ecológico, pode-se destacar, aqui no Brasil, a preocupação com a proteção da Amazônia. Nós cuidamos da natureza, porque nós católicos acreditamos na preservação.

Viemos mostrar especialmente aqueles que não têm voz, especialmente o povo dos países pobres. Defendemos a humanidade e as pessoas que têm a vida violentada pelo mundo. Temos que ter essa preocupação para a vida humana ser preservada, acrescentou Dom Chullikatt.

MEM