«Ajuda à Igreja que Sofre» sai em auxílio dos cristãos iraquianos

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ROMA, 4 de junho de 2003 (ZENIT.org).- Uma delegação de «Ajuda à Igreja que Sofre», encabeçada pelo diretor do Departamento de Projeto, Helmut Steindl, e a chefe da Seção do Oriente Médio, Marie-Ange Siebrecht, encontra-se em Bagdá com o objetivo de buscar novas formas e meios para melhorar a situação dos cristãos do Iraque.



Os cristãos formam uma minoria a que «Ajuda à Igreja que Sofre» apoiou inclusive sob ditadura de Sadam Hussein, e que na atualidade sofre com especial intensidade os efeitos da guerra que acabou com o regime anterior, segundo explica a instituição.

A delegação de «Ajuda à Igreja que Sofre», que chegou a Bagdá esta segunda-feira, 2 de junho, vai se encontrar com o núncio apostólico no Iraque, o arcebispo Fernando Filoni, e com os responsáveis das comunidades eclesiais locais.

Também, durante sua estadia no país, que se estenderá até o próximo dia 11 de junho, vai se reunir com os líderes católicos de Mosul.

Os responsáveis do Departamento de Projetos e da Seção do Oriente Médio de AIS aproveitarão estes nove dias para transmitir à população iraquiana, e em especial às comunidades católicas, a solidariedade da Associação e de todos seus benfeitores com aqueles que sofrem as conseqüências da recente guerra, explica o comunicado.

Desde que se iniciou o conflito bélico no Iraque «Ajuda à Igreja que Sofre» enviou mais de 48.000 euros (cifra superior em dólares) como ajuda de emergência para os refugiados e a aquisição de medicamentos para os mais necessitados.

Também abriu uma campanha de arrecadação de fundos em todas as suas oficinas nacionais, nas quais foram recebidos, até a data, donativos no valor de 101.299,32 euros, que se destinarão a aliviar as necessidades dos mais desfavorecidos e, em especial, das minoritárias comunidades cristãs.

Mais informações em http://www.aisbrasil.org.br/ ou enviando uma mensagem a aisbr@ais-br.org.