Bento XVI apresenta aos jovens exemplo de Santo Antonio Maria Claret

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CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 24 de outubro de 2007 (ZENIT.org).- Bento XVI apresentou esta quarta-feira o exemplo de Santo Antonio Maria Claret, bispo espanhol de origem catalã, fundador dos Filhos do Imaculado Coração de Maria (Padres Claretianos), e um dos grandes missionários do século XIX.



Antes de despedir-se dos mais de 30 mil peregrinos que participaram da audiência geral desta quarta-feira, o Papa quis saudar os jovens, os enfermos e os recém-casados.

«Hoje a liturgia recorda-nos o bispo Santo Antonio Maria Claret, que se entregou com constante generosidade à salvação das almas», recordou o Papa.

«Que seu glorioso testemunho evangélico vos apóie, queridos jovens, na hora de lutar para cada dia serem fiéis a Cristo», afirmou.

«Que vos alente, queridos enfermos, a seguir o Senhor com confiança no tempo do sofrimento», seguiu dizendo.

E por último, dirigindo-se aos recém-casados, alguns deles com seus trajes de bodas, desejou que este exemplo ajude «a fazer de vossa família o lugar no qual cresce o amor para com Deus e os irmãos».

Antonio Maria Claret nasceu em 1807 em Sallent, Barcelona, Catalunha, Espanha. Sendo criança começou a trabalhar como tecedor. Após entrar no seminário, foi ordenado em 1835. Nos anos de 1840, fez missão por toda Catalunha e Ilhas Canárias.

Em 1849 fundou a Congregação de Missionários Filhos do Coração de Maria e em 1850 foi ordenado arcebispo de Santiago de Cuba, realizando durante seis anos uma intensa obra de evangelização na ilha.

Em 1857, após um atentado, foi chamado a Madri para servir de Confessor da Rainha Isabel II.

Desterrado pela revolução, em 1868, exerceu seus últimos ministérios em Paris e Roma. Padre ativíssimo do Concílio Vaticano I entre os anos 1869 e 1870, em 1870 voltou a conhecer a perseguição no desterro, falecendo em Fontfroide, ao sul da França em 24 de outubro.

Seus restos mortais foram trasladados a Vic em 1897. Foi beatificado por Pio XI em 25 de fevereiro de 1934. Pio XII o canonizou em 7 de maio de 1950.