Brasil: Ministra do STF pede ajuda à Arquidiocese de Belo Horizonte

Ministra apontou a importância do trabalho dos agentes de pastoral, dos sacerdotes e religiosos no combate à violência e na promoção de melhorias no sistema prisional

Belo Horizonte, (Zenit.org) Redacao | 329 visitas

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, foi recebida pelo arcebispo dom Walmor Oliveira de Azevedo no Vicariato Episcopal para a Ação Social e Política da Arquidiocese de Belo Horizonte para uma reunião com representantes das pastorais sociais, sacerdotes e autoridades do sistema judiciário.

Durante o encontro, a Ministra pediu a ajuda da Arquidiocese de Belo Horizonte para desenvolver um trabalho de combate à violência e promover melhorias no sistema prisional, destacando a força da Igreja “que alcança lugares distantes e regiões carentes de autoridades instituídas pelo Estado”. Além disso, a Ministra apontou a importância do trabalho dos agentes de pastoral, dos sacerdotes e religiosos no combate à violência e na promoção de melhorias no sistema prisional.

A Ministra também alertou para o avanço da violência do país e disse que efetivas melhorias no sistema prisional podem ajudar a reverter esse grave quadro: “Em Minas Gerais são 53.000 presos. No Brasil, a população carcerária é de meio milhão de detentos e a contribuição da Igreja é fundamental para que o sistema cumpra seu efetivo papel de promover a ressocialização.”

Durante a reunião, os participantes apresentaram e refletiram propostas. Os resultados alcançados estarão em um documento que pautará as ações futuras. Além da ministra Cármen Lúcia e do arcebispo dom Walmor, participaram do encontro os padres Chico Pimenta (vigário episcopal para a Ação Social e Política da Arquidiocese de Belo Horizonte), José Geraldo de Souza (pároco em Ribeirão das Neves, cidade que conta com um complexo penitenciário), José Haroldo (Pastoral Carcerária), Luiz Cláudio (Pastoral Carcerária), Jorge Padovam (Pastoral Carcerária), o juiz José Ricardo Veras, o pró-reitor de extensão da PUC Minas, professor Wanderley Chieppe, integrantes da Pastoral Carcerária e da Pastoral de Direitos Humanos da Arquidiocese de Belo Horizonte.

(Red.Arq.BH/TS)