Canção Nova transmite beatificação de Irmã Dulce

Cerimônia acontece em Salvador no domingo, dia 22 de maio, às 17h

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SÃO PAULO, quarta-feira, 18 de maio de 2011 (ZENIT.org) - A TV Canção Nova, em parceria com a TVE/Bahia, será responsável pelo pool de transmissão da beatificação de Irmã Dulce para canais de todo o Brasil no próximo dia 22/5, a partir das 16h.

As emissoras de todo o país que desejarem o sinal gratuito de transmissão poderão entrar em contato diretamente com o Departamento de Mídia (tvmidia@cancaonova.com) da TV Canção Nova, com sede em Cachoeira Paulista (SP). 

Além da cobertura da TV Canção Nova, mais de 30 profissionais do sistema de comunicação (TV, Rádio AM e FM, Portal e WebTV) estarão envolvidos na cobertura do evento, direto de Salvador (BA) com flashs ao vivo no sábado, 21, e no domingo, 22, e a transmissão da Santa Missa de beatificação marcada para as 17h.

A emissora também transmitirá dois documentários sobre a vida de irmã Dulce. O primeiro vai ao ar no domingo, às 16h; o segundo será veiculado após a missa e conta a história do milagre que a elevou aos altares. 

Beatificação

A cerimônia de beatificação, presidida por Dom Geraldo Majella Agnelo, nomeado Delegado Papal por Bento XVI, terá início com o rito de beatificação, que consiste em leitura da biografia resumida da religiosa, leitura da proclamação de beatificação e descerramento da imagem oficial de Irmã Dulce como “Bem Aventurada Dulce dos Pobres”. Este será o auge do evento, que espera receber cerca de 60 mil fiéis no Parque de Exposições da capital baiana.

Irmã Dulce

Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes nasceu em Salvador (BA) em 1914. Conhecida como o “Anjo bom da Bahia”, destacou-se por suas obras de caridade aos pobres e necessitados.

O espaço onde atendia os doentes é atualmente um dos maiores hospitais de Salvador, com atendimentos de emergência gratuitos. O processo de beatificação tramitou durante 10 anos no Vaticano.

A graça obtida pela intercessão de Irmã Dulce, em 2003, foi examinada primeiramente no Brasil e reconhecida pelos peritos médicos como um caso que não pôde ser explicado pelos meios da ciência.

Os peritos e os cardeais da Congregação para as Causas dos Santos foram unânimes no reconhecimento deste milagre, constando que se tratava de um caso extraordinário de cura – o estancamento instantâneo de uma hemorragia.