Chamado a ser catequista é graça divina, diz bispo

Para D. Eugênio Rixen, encontro com Jesus Cristo é “a força motivadora”

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BRASÍLIA, segunda-feira, 28 de junho de 2010 (ZENIT.org) – “O chamado a ser catequista não é algo pessoal, mas obra divina, graça”, afirma o presidente da Comissão Para Animação Bíblico-Catequética da CNBB, Dom Eugênio Rixen.

O bispo escreveu uma mensagem – divulgada hoje pela Conferência episcopal – para o Dia do Catequista, que será comemorado no Brasil a 29 de agosto.

No texto, o prelado afirma que a Igreja celebra o Dia do Catequista “com admiração, reconhecimento e gratidão”.

Dom Eugênio Rixen assinala que a vocação do catequista “é a vocação do Profeta – aquele/la que fala em nome de Deus e da comunidade a que pertence”.

“O chamado a ser catequista não é algo pessoal, mas obra divina, graça. A missão do catequista está na raiz da palavra ‘catequese’, que vem do grego ‘katechein’ e quer dizer ‘fazer eco’”.

“Logo, catequista é aquele/la que se coloca a serviço da Palavra, que se faz instrumento para que a Palavra ecoe. O Senhor chama você para que, através da sua vida, da sua pessoa, da sua comunicação, a Palavra seja proclamada, Jesus Cristo seja anunciado e testemunhado”, afirma o bispo.

O responsável da CNBB destaca que o catequista “não é só transmissor de ideias, conhecimentos, doutrina”. Sua “experiência fundante está no encontro pessoal com a pessoa de Jesus Cristo”.

“Catequista, que a experiência do encontro com Jesus Cristo seja a força motivadora capaz de lhe trazer o encantamento por esse fascinante caminho de discipulado, cheio de desafios que o fazem crescer e acabam gerando profundas alegrias”, deseja o bispo.