Cuidando dos mais frágeis: os não nascidos, os pobres e os imigrantes

Agenda da Igreja para o novo mandato de Obama inclui ainda a liberdade religiosa

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ROMA, quinta-feira, 8 de novembro de 2012 (ZENIT.org) - O diretor da assessoria de imprensa da Santa Sé, pe. Federico Lombardi, SJ, divulgou ontem que Bento XVI enviou uma mensagem ao presidente reeleito dos Estados Unidos, Barack Obama, através da Nunciatura Apostólicaem Washington. Os bispos católicos do país também enviaram uma mensagem ao chefe de Estado, recordando as urgências para a Igreja neste momento: o cuidado dos mais vulneráveis, incluindo os não nascidos, os pobres e os imigrantes.

Bento XVI felicitou o presidente pelo novo mandato e assegurou suas orações a Deus para que o assista nas grandes responsabilidades perante o país e a comunidade internacional, a fim de que os ideais de liberdade e de justiça, que guiaram os fundadores dos Estados Unidos da América, continuem iluminando o caminho do país.

Respondendo às perguntas dos jornalistas a propósito da reeleição de Obama, o porta-voz vaticano comentou: “Como todos sabemos, a tarefa do presidente dos Estados Unidos é de imensa responsabilidade, não só para o país, mas para todo o mundo, dado o papel dos Estados Unidos no âmbito internacional”.

Por sua vez, o cardeal Timothy Dolan, de Nova Iorque, presidente da Conferência Episcopal dos Estados Unidos, saudou o presidente Barack Obama neste 7 de novembro. Dolan prometeu que os bispos católicos norte-americanos oferecerão “suas orações para que Deus lhe dê força e sabedoria a fim de enfrentar os difíceis desafios que o país tem pela frente”.

E acrescentou: “Em especial, oramos para que sua excelência exerça o cargo na busca do bem comum, especialmente no cuidado dos mais vulneráveis dentre nós, incluídos os não nascidos, os pobres e os imigrantes. Continuaremos firmes na defesa da vida, do matrimônio e da nossa primeira e mais querida liberdade, a liberdade religiosa”.

“Oramos também para que sua excelência possa ajudar a restaurar o senso de civilidade e a ordem pública, para que as conversações públicas sejam imbuídas de respeito e caridade mútuos”.

(Trad.ZENIT)