Curso Anual dos Bispos do Brasil aprofunda temas dos documentos conciliares

Encontro conta com a presença do cardeais Filoni e João Braz de Aviz

Fortaleza, (Zenit.org) Maria Emilia Marega Pacheco | 410 visitas

Teve início na noite desta segunda-feira, dia 3 de fevereiro, o Curso Anual dos Bispos do Brasil. O evento acontece na cidade do Rio de Janeiro e termina na próxima sexta-feira, dia 7.

O primeiro Curso dos Bispos aconteceu em julho de 1990, organizado pelo então Arcebispo, Cardeal Dom Eugenio Sales, e contou com a presença do Cardeal Joseph Ratzinger, hoje Papa Emérito Bento XVI. O tema do primeiro encontro foi: “O ministério Petrino em nosso tempo”. 

As conferências deste ano vão refletir sobre missões, vida consagrada e a missão do bispo e do presbítero, tendo como base os documentos do Concílio Vaticano II: “Ad gentes”, “Perfectae Caritatis” e “Christus Dominus”.

“A cada ano aproveitamos para aprofundar alguns dos temas dos documentos conciliares. É claro que os conferencistas trazem todos os textos e discussões que se sucederam nestes anos, depois da aprovação e divulgação do documento conciliar. Tem sido de uma riqueza imensa!”, disse o arcebispo do Rio, Cardeal eleito Dom Orani João Tempesta ao site da Arquidiocese.

Em 2013, no 22° Curso Anual dos Bispos do Brasil juntamente com o Arcebispo na mesa de abertura estiveram presentes: o presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, Cardeal Stanislaw Rylko; o prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Cardeal Antônio Cañizares, entre outros.

Este ano o Curso conta com a presença do Cardeal Fernando Filoni que apresentará a Conferência 4 cujo tema é: Evangelização e missio ad gentes: Fenomenologia da consciência missionária hoje.

Destaca-se também a presença do Cardeal João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, que apresentará a o Decreto “Perfectae Caritatis” II.

Dom Orani espera que este encontro ajude nestes tempos “a vivermos como nos acenou o Papa Francisco: ‘capazes de aquecer o coração das pessoas, de caminhar na noite com elas, de dialogar com as suas ilusões e desilusões, de recompor as suas desintegrações’”.