Diocese de Caxias se despede dos símbolos da JMJ

Os símbolos da JMJ partiram, na manhã deste domingo, 10 de junho, para a cidade de Magé, iniciando, assim, a peregrinação pela região serrana

Rio de Janeiro, (Zenit.org) | 447 visitas

A Cruz e o ícone de Nossa Senhora já encontram-se em solo diocesano de Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro. Após uma semana percorrendo as paróquias e as instituições públicas da Diocese de Duque de Caxias e São João de Meriti, os símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) partiram, na manhã deste domingo, 10 de junho, para a cidade de Magé, iniciando, assim, a peregrinação pela região serrana. 

A última cidade da diocese de Caxias a receber a cruz peregrina foi Santa Cruz na Serra. A despedida oficial, porém, ocorreu no sábado, dia 9 de junho, em Caxias, com o evento Digo Sim, cuja atração principal foi banda Rosa de Saron. Milhares de pessoas compareceram à festa na Praça do Pacificador - Teatro Raul Cortez., que iniciou-se logo após a realização da Via-Sacra e da Santa Missa presidida por Dom Tarcisio Nascentes.

Com a missão de ser um sinal de esperança aos que sofrem, a cruz e do ícone de Nossa Senhora foram ao encontro dos dependentes químicos da Comunidade Maranathá, visitaram os enfermos nos hospitais municipais, percorreram as ruas mais pobres das comunidades carentes. Um dos momentos marcantes foi na ida dos símbolos ao distrito de Xerém, um dos mais atingidos pelas chuvas em janeiro deste ano. Fiéis de todas as idades, com cantos e preces, acompanharam a passagem da Cruz peregrina e do ícone de Nossa Senhora pelas ruas e praças, na manhã do dia 5 de junho.

“A Cruz estar aqui é símbolo de vida e esperança para o povo”, afirmou o pároco, padre Vanildo Francisco Cregi.  Para o jovem Yuri da Silva Fonseca, aluno do Colégio Estadual Círculo Operário, um dos visitados pelos símbolos, a peregrinação é um incentivo para que mais jovens possam sentir a presença de Deus. “A Cruz é uma inspiração para acreditar cada vez mais em Jesus e estar com Ele. Deus está com a gente sempre. É isso que sentimos em um momento como esse”, afirmou Yuri, que junto com uma colega de turma acompanhou o encerramento da peregrinação na igreja matriz.

Enviado por Rocélia Santos, Arquidiocese do Rio de Janeiro. Colaboração: Cláudia Brito