Dois anos de vida de AsiaNews, voz dos católicos chineses e asiáticos na internet

Aniversário da agência do Pontifício Instituto Missões Estrangeiras

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ROMA, 3 de novembro de 2005 (ZENIT.org).- Completou dois anos de vida o site de AsiaNews, agência informativa promovida pelo Pontifício Instituto de Missões Estrangeiras (PIME), que se converteu em voz dos católicos chineses e dos asiáticos em geral.



Do ano 2003 até hoje, os acessos mensais passaram de 157.499 (em novembro de 2003), para 4.338.451, com um total de 250 mil leitores cada mês, informa o padre Bernardo Cervellera, diretor da agência que publica seus serviços em chinês, inglês e italiano.

As notícias são difundidas por numerosos meios de comunicação, como a BBC, The Times, South China Morning Post, Washington Times, National Catholic Register, Avvenire, Il Corriere, La Repubblica e Zenit, segue dizendo o diretor.

«Nossos leitores provêm de diferentes culturas e partes do mundo --explica--. A porcentagem mais elevada procede dos Estados Unidos (30%), da Itália (30%) e do restante da Europa. Mas há muitos leitores do Vietnã, Malásia, Índia, Líbano, Paquistão e China (13%)», indica.

O diretor confessa que «o convite de Bento XVI a quatro bispos chineses da Igreja oficial e clandestina para participar do Sínodo dos Bispos sobre a Eucaristia «consola-nos, pois sentimo-nos na mesma direção do pontífice».

O padre Cervellera foi durante anos missionário na China e antes de chegar a «AsiaNews» foi diretor da agência «Fides», da Congregação vaticana para a Evangelização dos Povos.

«Conforta-nos o fato de ser também instrumento de unidade para a Igreja chinesa, enquanto o governo gasta dinheiro e energias para impedir o acesso a nosso site: graças a Deus, os fiéis chineses encontraram a maneira de superar os filtros impostos por Pequim», afirma.

«Ao mesmo tempo, altas personalidades de Pequim revelaram que os membros do Partido comunista --que não estão submetidos à censura da internet-- consideram “instrutiva” nossa página, para compreender a mentalidade dos católicos», conclui o diretor.

[Mais informações em www.asianews.it]