«Doutrina Social da Igreja é a revolução pendente no mundo empresarial»

Javier Espinosa, presidente da Associação por uma Economia de Comunhão

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LA GRANJA (SEGOVIA), sexta-feira, 6 de julho de 2007 (ZENIT.org-Veritas).- Javier Espinosa, presidente da Associação por uma Economia de Comunhão na Espanha, participou esta sexta-feira da segunda sessão do Curso de Verão «Sustentabilidade e Economia de Comunhão. Novos parâmetros da ação humana em economia», que a Universidade CEU San Pablo está desenvolvendo em La Granja.



Espinosa afirmou que «A Doutrina Social da Igreja é a revolução pendente no mundo empresarial» e criticou que «nos encontremos com um modelo econômico em que o capital vai por um lado e o trabalho, por outro».

Para Espinosa, a Economia de Comunhão está ao serviço dos pobres e de uma cultura que, «uma vez lançada a semente, é impossível que não cresça porque o homem precisa de si mesmo».

Por sua parte, a economista e empresária Lourdes Muñoz reconheceu que, no mundo empresarial, «o lucro não deve ser o único objetivo» e explicou que a cultura da Economia de Comunhão é «dar a vara para pescar mas também dar o peixe, porque há muita gente que precisa e, também, partilhar o peixe juntos».

O Seminário sobre Economia de Comunhão -- que se prolongará até o próximo domingo, 8 de julho -- contará também estes dias com a presença do catedrático de Filosofia da Universidade Complutense, Alfonso López Quintás, e com a participação do ex-euro-deputado e presidente do Conselho Federal Espanhol do Movimento Europeu Carlos María Bru.