Em ano missionário, arquidiocese de Salvador destaca importância do discipulado

Segundo explica o cardeal Geraldo Majella Agnelo

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SALVADOR, sexta-feira, 5 de outubro de 2007 (ZENIT.org).- No ano em que a arquidiocese de Salvador (Bahia) vive um período missionário, fazendo do mês de outubro um ponto alto, seu arcebispo destaca a importância de se fazer discípulos de Jesus.



De acordo com o cardeal Geraldo Majella Agnelo, arcebispo primaz do país, o caminho pastoral da nossa Igreja Particular em Salvador vem sendo balizado pela opção assumida em 2003, quando se fez a opção de ser e fazer discípulos de Jesus.

«Neste ano a V Conferência do CELAM, realizada durante o mês de maio em Aparecida (SP), retomou, por inspiração do Papa Bento XVI, o mesmo tema, acrescentando o desejo de que em Jesus Cristo nossos povos tenham vida», explica, em mensagem remetida a Zenit.

Dom Geraldo Agnelo acredita que «não há caminho mais acertado para a Igreja».

«É o mesmo feito pelo Senhor que se declara Caminho Verdade e Vida (Cf. Jo 14, 6), e definiu a sua vinda a nós para que todos tenham vida e vida em abundância (Cf. Jo 10, 10).»

«Confirmamos, pois, a mesma opção e o mesmo objetivo: proclamar o Evangelho da vida e da esperança; anunciar a vitória de Jesus sobre toda forma de escravidão e de morte. Só Ele é o Senhor. Só n’Ele alcançaremos a vida e a paz», afirma o arcebispo.

«Queremos – prossegue o cardeal Agnelo –, como discípulos, aprender de Jesus, estar com Ele e, a partir d’Ele anunciar o seu reino que significa gerar novo modo de relacionamento, convocar a todos para uma maior atenção aos pobres, aos pequenos, aos sedentos e famintos de justiça e de dignidade.»

Segundo explica o arcebispo de Salvador, escrevendo a Timóteo, Paulo relembra a importância da fidelidade à opção feita e exorta a combater o bom combate.

Ou seja, exorta «a levar adiante o evangelho de Jesus Cristo que nos deixou “o testemunho da verdade”».

«Esta mesma lembrança e exortação propomos aos homens e mulheres de boa vontade da nossa arquidiocese – guardar com integridade a vida nova que recebemos no batismo.»

«A nova ordem social embasada na paz, que é fruto da justiça, virá sim como resultado da fraternidade, da solidariedade, da misericórdia, do amor a todos», afirma o arcebispo.