Iraque: nasce um grupo de resistência armada contra os jihadistas

É chamado de "Brigadas Mosul". O bispo caldeu de Mosul, por sua vez, negou a notícia sobre a destruição de igrejas cristãs

Roma, (Zenit.org) Redacao | 426 visitas

Nenhuma igreja destruída em Mosul. Isto foi afirmado pelo bispo caldeu da cidade iraquian, Mons. Amel Shimon Nona, que à Agência Fides nega as notícias que circularam nos últimos dias na internet que dizia que os jihadistas do Estado Islâmico do Iraque e do Levante teriam demolido edifícios sagrados cristãos. Os únicos casos de destruição até agora são de algumas mesquitas, como a do profeta Jonas, explodida no dia 24 de julho.

"Algumas igrejas e edifícios pertencentes às igrejas e comunidades cristãs têm sido ocupado - diz o bispo caldeu -, mas até agora não houve destruição."Mons. Nona diz que está “inquieto” de que os “os sofrimentos e os problemas dos cristãos do Iraque e do Oriente Médio neste momento tão conturbado possam se tornar pretexto de operações alarmistas e de propaganda, evidentemente interessadas em alcançar outros fins".

Sofrimentos e problemas que os cristãos do Iraque decidiram enfrentar criando um movimento local de resistência. De acordo com testemunhos locais recolhidos pela Agência Fides, no último final de semana pelo menos 5 jihadistas teriam sido executados por grupos de jovens organizados em grupos armados de resistência para se opor ao regime imposto pelos islamitas. O nome do grupo seria "Brigadas em Mosul".