Jovens cristãos são voluntários na ajuda a dependentes químicos na Alemanha

Segundo a entidade assistencial «Ajuda à Igreja que Sofre»

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BERLIM, 14 de setembro de 2003 (ZENIT.org).- A «fazenda da esperança», uma organização católica de reabilitação de dependentes químicos fundada no Brasil, já possui duas filiais nos arredores de Berlim.



Segundo informa AIS, essas filiais se estabeleceram por meio do convite do governo alemão, em vista de seus resultados proeminentes --80% dos jovens recuperam-se do vício e a maioria encontra-se no caminho de Deus.

Os brasileiros adquiriram duas propriedades rurais, que anteriormente eram fazendas de comunidades comunistas, próximas a Berlim. Entretanto, é dispendioso reformar essas propriedades.

Os 30 jovens que estão em recuperação na fazenda fazem o trabalho de reconstrução, além dos trabalhos do dia-a-dia na fazenda como criar galinhas, vender os ovos e fazer as salsichas, que se tornaram famosas na região.

Mais de 140 jovens já atravessaram o processo da reabilitação, que normalmente dura um período de um ano. Os materiais para a reforma foram comprados com a ajuda da entidade católica internacional «Ajuda à Igreja que Sofre». A «fazenda da esperança» em Berlim, receberá uma ajuda extra da «International Builder’Order» (IBO), um movimento fundado pelo Pe. Werenfried Van Straaten, fundador da AIS.

Essa organização, está mandando grupos de jovens voluntários da Áustria para ajudar no trabalho de reconstrução. A IBO é um serviço voluntário internacional que executa projetos de construções de caráter social. Organiza acampamentos de trabalhos para voluntários, na maioria jovens e de nacionalidades diferentes.

Eles participam do acampamento de verão aproximadamente por três semanas, em equipes de 15 pessoas cada, trabalham 40 horas por a semana sem remuneração e pagam uma parte dos custos do acampamento. A «Ajuda à Igreja que Sofre» ajudará com parte dos custos. Seu projeto atual é construir uma estrada, que liga todos os prédios da fazenda.

Os jovens da fazenda revelam satisfação pela capela que terminaram de construir. Um artista plástico do Brasil, Evilasio Vieira, voluntário da fazenda, cuidou da decoração da capela.