Milícia de Santa Maria recebe aprovação pontifícia

O movimento apostólico nasceu na Espanha em 1959

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ROMA, quinta-feira, 9 de abril de 2009 (ZENIT.org).- Na terça-feira passada, o movimento católico da Milícia de Santa Maria foi reconhecido pela Santa Sé como associação privada internacional de fiéis leigos.

Essa associação nasceu na Espanha, no seio do instituto secular Cruzadas de Santa Maria, fundado em 1947 pelo servo de Deus Pe. Tomás Morales. 

Ao ver que muitos jovens, e adultos de diferentes estados de vida estavam chamados a viver a mesma espiritualidade, o Pe. Morales fundou em 1959 as Milícias de Santa Maria. 

Seu fundador sempre dizia que o apostolado deveria ser fundado em três realidades sobrenaturais: a Sagrada Escritura, Deus feito Palavra, os santos; palavra feita vida em homens como nós; e o Magistério da Igreja, luz segura no caminho. 

Sua espiritualidade está inspirada especialmente na comunidade dos Carmelitas e na Companhia de Jesus. «Somos de tronco inaciano e de seiva carmelitana», explica à Zenit Maria Victoria Hernández, membro do instituto. 

Este movimento foi aprovado no âmbito diocesano como uma associação pública de fiéis leigos pelo arcebispo de Madri, cardeal Antonio María Rouco Varela, em 2002. 

Dentro de seus fins está o de educar os batizados para que se responsabilizem dos próprios deveres. Seu apostolado se centra basicamente em duas atividades: os exercícios espirituais, seguindo o esquema proposto por Santo Inácio de Loyola, e os acampamentos de Santa Maria, que consistem em jornadas de meditação no amor à Virgem Maria em algum lugar retirado da cidade. 

Os membros das Milícias de Santa Maria estão chamados a viver o amor a Nossa Senhora, o apostolado alma a alma e o serviço aos demais, seguindo o exemplo da Virgem no mistério da Visitação. 

Atualmente se encontram na Espanha, Alemanha, Irlanda, Itália, México, Colômbia, Peru, Chile e Camarões.