O Sínodo dos Bispos

Espírito de colegialidade

Roma, (Zenit.org) Rocio Lancho García | 999 visitas

O Sínodo dos Bispos foi criado por Paulo VI em 15 de setembro de 1965, conforme o desejo dos Padres do Concílio Vaticano II, para dar continuidade ao espírito de colegialidade suscitado pelo concílio. Durante as assembleias do sínodo, o santo padre e os bispos tratam, normalmente, de questões relativas à Igreja universal, embora também possam abordar assuntos das Igrejas particulares. Participam das assembleias, em sua maioria, representantes dos episcopados designados de acordo com um regulamento.

As funções do sínodo são as de um órgão consultivo, diretamente sujeito à autoridade do papa. É o sumo pontífice quem convoca o sínodo, escolhe o tema, define os membros, preside a assembleia e decide a direção a ser dada às sugestões que os bispos apresentam.

Há três tipos de sessões do sínodo: a geral ordinária, que trata de matérias relacionadas com toda a Igreja; a geral extraordinária, que aborda questões que exigem solução rápida; e as especiais, que discutem assuntos de particular interesse de determinadas Igrejas ou regiões.

O santo padre é o presidente do sínodo dos bispos, que também conta com um secretário geral, assistido por um conselho ordinário da secretaria geral, composto por bispos.