Operários católicos denunciam discriminação trabalhista de mulheres grávidas

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Por Nieves San Martín 

MADRI, quinta-feira, 24 de abril 2008 (ZENIT.org).- Os movimentos especializados da Ação Católica espanhola para a evangelização do mundo operário (JOC, MTC e HOAC) denunciam em um comunicado, por ocasião do 1º de maio, a discriminação trabalhista que as mulheres grávidas sofrem e a precariedade dos postos de trabalho.

Os movimentos afirmam em seu comunicado, em primeiro lugar, que se sentem «próximos das alegrias e esperanças das mulheres e dos homens do mundo operário e de suas famílias, especialmente dos que sofrem com o desemprego ou daqueles que suportam condições de trabalho que impossibilitam uma vida digna».

Os autores do comunicado avaliam positivamente «que nestes últimos anos se tenha avançado no diálogo social entre governo, empresários e sindicatos, que se tenha criado em nosso país um maior número de postos de trabalho, que tenha crescido a taxa de emprego feminino, os passos que se deram para a igualdade real de homens e mulheres, as medidas para a integração de mulheres maltratadas e das pessoas que sofrem deficiência».

As entidades manifestam à opinião pública «que a organização do trabalho no século XXI e seu modelo consideram que a vida humana se compõe de um só tempo, o produtivo, e os demais tempos (pessoal, familiar, social) não existem ou devem ser sacrificados em prol do tempo de trabalho».