Papa e presidente de Togo discutem drama dos refugiados

E a necessidade de chegar à plena reconciliação

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CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 21 de janeiro de 2008 (ZENIT.org).- O drama dos milhares de refugiados em Togo converteu-se em um dos temas da audiência que Bento XVI concedeu ao presidente dessa República, Faure Essozimma Gnassingbé.

Filho de Etienne Gnassingbé Eyadema, que foi presidente do pequeno país africano, Gnassingbé governa Togo desde 24 de abril de 2005.

Após ser recebido por Bento XVI, o presidente teve um encontro com o secretário de Estado, cardeal Tarcisio Bertone, acompanhado pelo arcebispo Dominique Mamberti, secretário para as Relações com os Estados.

«Durante os cordiais colóquios, manifestou-se complacência pelas boas relações que se dão entre a Santa Sé e Togo e se analisou a contribuição dos católicos ao progresso integral do povo de Togo», explica um comunicado emitido pela Sala de Informação da Santa Sé.

Sublinhou-se também «a necessidade de alcançar a plena reconciliação nacional e a urgência de atender os numerosos refugiados e vítimas das inundações do mês de outubro passado».

Togo tem 4,2 milhões de habitantes; 33% deles são animistas (religiões tradicionais africanas), 27,8% católicos, 13,7% muçulmanos sunitas, e 9,5% protestantes, enquanto 16% são fiéis de outras religiões.