Papa une-se aos 40 mil jovens que Taizé reunirá em Genebra

Em uma mensagem na qual apresenta a esperança cristã

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CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 11 de dezembro de 2007 (ZENIT.org).- Bento XVI se uniu, com uma mensagem na qual apresenta a esperança cristã, aos 40 mil jovens que a comunidade ecumênica de Taizé congregará no final do ano em Genebra.

Na mensagem, o Papa «assegura sua proximidade espiritual e pede ao Senhor que este encontro possa ser para vós um momento de graça e uma forte experiência eclesial».

Os rapazes e moças serão acolhidos pela cidade suíça de 28 de dezembro a 1º de janeiro, por ocasião do já tradicional encontro europeu ecumênico de oração, em famílias, paróquias, grupos e movimentos.

O programa prevê momentos de oração, de canto, silêncio, ocasiões de testemunho ao estilo da comunidade ecumênica de Taizé (www.taize.fr), fundada na França em 1940 pelo Irmão Roger.

«Ao ir ao encontro do Povo de Deus que vos acolhe, assim como nos tempos de oração e encontro, sois convidados a abrir novos caminhos de esperança, tirando forças da Palavra de Deus e da intimidade com Cristo», assegura o Papa na mensagem enviada em seu nome pelo cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado.

«Só Cristo vos dá a chave da verdadeira esperança, a esperança que ultrapassa todas as pequenas esperanças que temos, pois Ele faz que nos voltemos para o futuro e para a felicidade eterna à qual nos encaminhamos cada dia, tanto pessoalmente como na Igreja», afirma a carta pontifícia.

O bispo de Rom assegura aos jovens que a «confiança em Deus» lhes dará a esperança para «mudar o mundo enraizado nos valores do Evangelho, particularmente no perdão, que é o cume do amor, pois quem perdoa não se detém na falta cometida, mas se abre a um futuro novo».

«Se a paz é o fruto da justiça, é ainda mais o fruto do perdão que sela verdadeiramente a reconciliação entre aqueles que ontem desconfiavam ou se opunham mutuamente, tornando-os capazes de avançar juntos.»

«Ao aceitar o perdão que Deus nos deu no sacramento, sereis capazes de ser criadores de perdão entre irmãos e irmãs e de construir um mundo reconciliado», conclui a mensagem.