Por uma JMJ que fique no coração

A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, propõe uma aliança com a fé católica para superar a fome, a pobreza e o subdesenvolvimento

Roma, (Zenit.org) Antonio Gaspari | 402 visitas

Estimulada pelo exemplo e pelos ensinamentos do Papa Francisco, a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, interpretou a chegada do pontífice e a JMJ como a oportunidade para mudar o mundo para melhor.

Rousseff disse que sentiu um imenso prazer em receber o primeiro Papa da América Latina, e que compartilha plenamente todos os ensinamentos que o Papa Francisco espalhou por todo o mundo, de justiça social, de direitos humanos, de paz, de defesa dos pobres e dos fracos.

A presidente falou de inimigos comuns, tais como a desigualdade, o subdesenvolvimento, a indiferença para com os pobres e os fracos e pediu uma aliança pela justiça social e pelo desenvolvimento social.

De acordo com Dilma Rousseff, para cimentar esta aliança está a fé que anima o Brasil e que está no coração de todos os jovens que se encontram agora no Rio para a JMJ.

A presidente disse que o Brasil se orgulha de ter reduzido a pobreza e aumentado a segurança pública. Neste sentido agradeceu a Igreja católica que é a mais comprometida no acompanhar as partes mais vulneráveis da população: as crianças, os adolescentes, as pessoas que vivem nas ruas, os presos...

Para Dilma Rousseff, a fé, que é uma "marca indelével do Brasil" e a JMJ marcam o nascimento de uma nova sociedade fundada na alegria, no otimismo e nos valores cristãos.

A presidente concluiu com o desejo de que a JMJ dure muito mais do que uma semana e alimente a esperança no coração de todos.

Trad.TS