Portugal: ministro contrário ao direito dos médicos à objeção de consciência

Um direito reconhecido pelo código de ética em vigor

| 794 visitas

ROMA, terça-feira, 30 de outubro de 2007 (ZENIT.org).- O governo português deseja suprimir o direito à objeção de consciência dos médicos no concernente ao aborto, segundo revela o resumo de imprensa da Fundação Jerome Lejeune (http://www.genethique.org).



Seis meses depois da promulgação da lei despenalizando o aborto, o ministro da saúde português, Antonio Correia de Campos, pediu à Associação dos médicos portugueses que suprimissem, em 30 dias, as cláusulas de consciência referentes ao aborto, segundo o resumo publicado dia 30 de outubro.

O código ético em vigor em Portugal estipula, com efeito, que os médicos devem respeitar a vida humana desde sua concepção, e que praticar um aborto é uma falta ética grave.

Para a Associação dos médicos portugueses, o pedido do ministro é «excessivo e arrogante», isto é, tanto assim que a proteção da vida humana é também matéria constitucional.