«Rádio Maria» difunde-se no planeta

Em Collevalenza, diretores e presidentes das 56 emissoras

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COLLEVALENZA, terça-feira, 27 de maio de 2008 (ZENIT.org).- Começou na segunda-feira em Collevalenza (Perugia, Itália) o encontro de todos os diretores das rádios e os presidentes das associações que promovem e difundem a «Rádio Maria» no mundo.

Nascida em janeiro de 1987 na Itália, a «Rádio Maria» se difundiu pelos cinco continentes e hoje está presente em 56 países.

Todos os diretores são sacerdotes, leigos e pertencentes a 15 ordens religiosas diferentes. O encontro de Collevalenza pretende aprofundar na identidade católica da «Rádio Maria», com o objetivo de ter êxito no trabalho de fortalecimento e difusão da fé cristã.

O diretor da «Rádio Maria» assinalou o mal do «relativismo, que quer criar uma sociedade sem Deus» e que «afeta os valores permanentes e imutáveis do Evangelho».

Papel decisivo no êxito da «Rádio Maria» é o dos sacerdotes diretores dos programas e o dos ouvintes.

Emanuele Ferrario, presidente da World Family, explica que o sacerdote diretor é «a figura fundamental que confere o perfume espiritual ao caráter missionário da associação», assim como «a garantia da eclesialidade dessa iniciativa associativa».

Com relação aos ouvintes, o presidente afirma que «tudo é inútil se não nos esforçarmos por ativar os ouvintes como os primeiros participantes e sustentadores do projeto».

«Se formos fracos neste aspecto – acrescenta – então cairemos nas tentações típicas da atividade de comunicação: o profissionalismo excessivo, a presunção, os personalismos, ou pior, a comercialização ou banalização da nossa atividade.»

«Se nos empenhamos neste projeto missionário – conclui Ferrario –, é para que Nossa Senhora se sirva de nós para difundir sua mensagem. Os ouvintes devem sentir-se partícipes e protagonistas desta comunidade.»