Regnum Christi promove período de conversão para que a sua renovação seja profunda no amor

Carta enviada a todos os membros

Roma, (Zenit.org) | 472 visitas

Publicamos a seguir o texto completo de uma nota de imprensa publicada pelo movimento Regnum Christi.

*****

Ao se aproximar o término do processo de renovação que o Regnum Christi iniciou em 2010, seus responsáveis gerais incentivaram um período especial de conversão para encerrar com profundidade esta etapa da sua história: “Não queremos que os acontecimentos que vamos viver sejam apenas encontros para estudar e aprovar o texto das constituições e dos estatutos, nem que se limitem a fazer uma revisão superficial da nossa vida”, diz a carta, enviada a todos os membros.

“Sentimos que é necessária uma adequada preparação espiritual, um itinerário pessoal e comunitário para renovar o amor”, afirmam os superiores. “O verdadeiro fruto será a transformação das nossas mentes e dos nossos corações para a alegria e para a entrega no caminho de santidade que Deus nos propõe”. O texto explicita alguns pontos que os próprios responsáveis assumem neste processo.

No começo de 2014, deverão acontecer o Capítulo Geral dos Legionários de Cristo, as Assembleias Gerais dos consagrados e consagradas do Regnum Christi e a Assembleia Geral do movimento em seu conjunto. Os encontros também servirão para finalizar a redação das novas constituições e estatutos, o que concluirá o processo de renovação e purificação que o papa Bento XVI lhes pediu no ano de 2010 e que foi guiado pelo delegado pontifício, cardeal Velasio De Paolis.

Neste contexto da sua história, os responsáveis gerais pelo Regnum Christi compartilharam com todos os membros uma carta em que expressam o desejo de continuar focando no caminho de conversão pessoal e comunitária para uma profunda renovação no amor: “Seria triste se pretendêssemos medir os frutos do capítulo e das assembleias pela profundidade e pela beleza dos seus documentos”, afirmam. “O verdadeiro fruto será, antes, a transformação das nossas mentes e dos nossos corações para a alegria e para a entrega no caminho de santidade que Deus nos propõe”.

Os superiores propuseram um tempo de conversão que começará com a festividade do Sagrado Coração: “A renovação em santidade da Legião e do Regnum Christi dependem da nossa capacidade de realizar a verdade na nossa vida e de acolher com simplicidade a graça da conversão”, afirmam eles na carta, convidando os membros, a partir do contexto em que cada um se encontra, a “se abrirem à graça de uma verdadeira renovação no amor por Deus, pelo próximo e pela própria vocação no Regnum Christi”, além de se disporem “a encontrar aqueles que se sentem feridos” e a cultivar “o desejo de aprender a perdoar e a humildade de pedir perdão, para não viver presos ao rancor”.

No âmbito das comunidades de legionários, consagrados e membros leigos, os responsáveis gerais do Regnum Christi expressam o desejo de ver renovada e fortalecida a “união de corações” nas coisas essenciais, para viver e imitar a vida das primeiras comunidades cristãs. Os responsáveis fazem votos também de que “nos reconciliemos em todas as áreas necessárias e aprendamos a nos escutar, nos compreender, nos aceitar e nos exigir santamente”, assim como a “comprometer-nos uns com os outros para ser verdadeiramente irmãos na vocação comum e na missão que compartilhamos”.

Os próprios responsáveis gerais assumem na carta vários aspectos com os quais se comprometem eles mesmos para “levar adiante o caminho de renovação que a Igreja nos demarcou”, e que são: chegar ao capítulo e às assembleias “tendo alcançado uma clareza maior sobre o dom que Deus dá à Igreja através do Regnum Christi; tendo amadurecido as regras e as estruturas que mais podem ajudar-nos a custodiar o carisma; e tendo plantado os alicerces para superar o que deve ser purificado em nossa mentalidade e em nossos costumes”. Os superiores renovam ainda a determinação de “continuar indo ao encontro de todos aqueles que mais sofreram” e o “compromisso pessoal e institucional de colocar os nossos talentos a serviço da Igreja, com humildade, gratidão e entusiasmo”.

A carta termina pedindo que todos se unam à novena ao Sagrado Coração e rezem com insistência para que se realize “uma nova efusão do Espírito Santo, que transforme, cure e renove os nossos corações como em Pentecostes”.