Santuário Nossa Senhora da Piedade como Atrativo Turístico de Especial Relevância

Próxima terça-feira, dia 31 de Julho

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BELO HORIZONTE, quinta-feira, 26 de Julho de 2012 (ZENIT.org) - A assessoria de imprensa da arquidiocese de Belo Horizonte enviou à ZENIT a seguinte nota sobre o Santuário Nossa Senhora da Piedade. Publicamos a nota na íntegra:

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O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, assina na próxima terça-feira, dia 31, às 9h, o decreto que declara o Santuário Nossa Senhora da Piedade como Atrativo Turístico de Especial Relevância. A solenidade de assinatura será no Santuário, que fica na Serra da Piedade, em Caeté (MG), a mais de 1,7 mil metros de altitude. Com uma paisagem privilegiada e emoldurada pela imensidão das montanhas e do verde, o Santuário atrai milhares de peregrinos desde o século 18.  

O dia 31 de julho marca os 52 anos de consagração do Estado de Minas Gerais a Nossa Senhora da Piedade, tornando-se assim, a padroeira dos mineiros.   

Conta a tradição que, entre 1765 e 1767, uma jovem, muda de nascimento, teria sido abençoada com a aparição de Nossa Senhora, no alto da Serra da Piedade. A menina recuperou a fala e o acontecimento atraiu muitas pessoas para a região.  Foi nessa época que o ermitão português Antônio da Silva Bracarena construiu uma capela no alto da Serra, dedicada à Nossa Senhora da Piedade. Rapidamente, o local tornou-se um centro de peregrinação.

Dois séculos depois, em 1958, o Papa João 23 proclama Nossa Senhora da Piedade como a Padroeira de Minas Gerais. Para marcar esse momento tão importante, o Santuário recebeu a imagem de Nossa Senhora da Piedade, do mestre Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho.  No dia 31 de julho de 1960, foi realizada na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, a grande festa de consagração do Estado à sua padroeira, consolidando ainda mais a tradição do Santuário. 

A Arquidiocese de Belo Horizonte iniciou, em 2010, um processo de revitalização do Santuário da Padroeira de Minas que, recentemente, foi premiado como hors concours na eleição das Sete Maravilhas da Estrada Real.  O local é tombado pelo Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan) e pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha). 

Fonte: Arquidiocese de BH