Seis mil jovens conversaram com o prelado do Opus Dei durante a JMJ

Uma conversa sobre o valor da amizade, a confissão, o sentido do pudor e a vocação

Rio de Janeiro, (Zenit.org) | 429 visitas

Seis mil jovens de todo o mundo se reuniram durante a Jornada Mundial da Juventude de 2013 no Centro de Convenções Sul América, no Rio, para um encontro com o prelado do Opus Dei, dom Javier Echevarría.

A quantidade de jovens que queriam participar do ato, entre universitários e graduados, fiéis da prelatura e amigos, obrigou os organizadores a duplicar, na própria manhã do evento, a disponibilidade de lugares (a sala tinha capacidade para 3.500 pessoas).

Entre os participantes, os mais numerosos eram os brasileiros e os argentinos (800), mas também se faziam notar os representantes da Oceania, da Europa, da África e da Ásia.

Em clima animado e familiar, o prelado conversou durante cerca de duas horas com os jovens que, nos seus países, recorrem aos meios de formação espiritual oferecidos pela prelatura, e respondeu às perguntas que o auditório lhe apresentava.

O fio condutor foi o convite a continuar fazendo diariamente o que o papa Francisco pediu no dia da sua eleição: rezar por ele e pelas suas intenções. Os jovens perguntaram ao prelado sobre o valor da amizade, a importância da confissão, o sentido do pudor e, especialmente, sobre quando e como descobrir a própria vocação.

A pergunta sobre o sacramento da reconciliação, de acordo com a assessoria de imprensa do Opus Dei, foi formulada por uma jovem de 17 anos que veio de Wellington, a capital da Nova Zelândia, e que é a primogênita de nove irmãos. “A confissão é como um remédio”, explicou o prelado. “Quando você tem dor de cabeça, toma uma aspirina, mesmo sabendo que a dor pode voltar dentro de três dias. O que acontece com a confissão é análogo: sempre vale a pena recorrer a este sacramento”.