Suspensa excomunhão de três pessoas em St. Louis

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ST. LOUIS, terça-feira, 29 de julho de 2008 (ZENIT.org).- Três responsáveis por uma antiga paróquia de St. Louis (Missouri, Estados Unidos) que incorreram na excomunhão por contratar um sacerdote suspenso reconciliaram-se com a Igreja.

A arquidiocese de St. Louis informou na semana passada que Bernice Krauze, Stanley Rozanski e Robert Zabielski, membros da equipe diretora da St. Stanislaus Parish Corporation, tiveram uma audiência em junho com o arcebispo Raymond Burke, para se reconciliarem plenamente com a Igreja.

«Estão outra vez em plena comunhão com a Igreja Católica e já não estão sob nenhuma censura», informou a arquidiocese.

A St. Stanislaus Parish Corporation está associada à que se chama paróquia de St. Stanislaus Kostka. A equipe diretora incorreu em excomunhão em dezembro de 2005, uma pena que foi logo confirmada pelo Vaticano.

«Os membros da equipe tinham cometido o mais grave delito de cisma contratando um sacerdote suspenso, isto é, um sacerdote que não estava em boa situação na Igreja, com o propósito de tentar celebrar os sacramentos na igreja de St. Stanislaus Kostka, fora da comunhão da Igreja Católica», explicou o arcebispo Burke em sua coluna semanal no jornal da arquidiocese.

O sacerdote implicado, o padre Marek Bozek, da diocese de Springfield-Cape Girardeau, deixou seu posto sacerdotal contra a expressa vontade de seu bispo, Dom John Leibrecht, com o objetivo de ser contratado pela St. Stanislaus Kostka Corporation.

O sacerdote foi suspenso tanto do exercício das ordens sagradas como de todo ato de governo.

Os três diretores que voltaram à comunhão com a Igreja uniram-se a outros fiéis da antiga paróquia de St. Stanislaus Kostka para processar a St. Stanislaus Parish Corporation por ter traído sua missão, informou a arquidiocese.

Se o processo tiver êxito, a arquidiocese de St. Louis está disposta a nomear um sacerdote católico, o jesuíta padre Michael Marchlewski, como administrador de St. Stanislaus.