Um milhão e meio de velas a favor da vida na Espanha
Por ocasião do IV Congresso Internacional Pró-Vida
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ZARAGOZA, quarta-feira, 1º de julho de 2009 (ZENIT.org).- A Associação O Telefone pela Vida e o IV Congresso Internacional Pró-Vida, que acontecerá em Zaragoza de 6 a 8 de novembro de 2009, promoveram a campanha “A toda vela”.
Nela se marca um ato no qual dez mil voluntários ascenderão um milhão e meio de velas e percorrerão o espaço que separa o Auditório e a praça do Pilar da capital aragonesa.
Cada voluntário receberá 150 velas para que sejam acesas e formem assim uma grande cadeia de luz nas praças sem interromper o trânsito nem a atividade normal da cidade.
As velas permanecerão acesas entre as dez e meia-noite do sábado, 7 de novembro, e serão recolhidas pelos próprios voluntários uma vez terminado o ato.
Cada vela pretende recordar cada uma das crianças e jovens dentre 0 e 24 anos que faltam na Espanha desde que a lei do aborto foi aprovada em 1985, e também suas mães.
As pessoas que desejarem podem apadrinhar quantas velas quiserem enviando seus donativos às contas habilitadas para o acontecimento, através de um SMS ao número 7745, com a palavra “VELA”, ou com outras formas que encontrarão na página www.actiweb.es/ATODAVELA
Até o momento, mais de 3.300 velas já foram apadrinhadas. Também pode-se colaborar como voluntário.
O ato pretende chamar a atenção sobre o benefício que a presença dessa juventude reportaria hoje a nossa sociedade.
Também visa arrecadar fundos para o IV Congresso Internacional Pró-Vida (www.zaragoza2009.org) e para um projeto de apoio às mulheres grávidas em situação de dificuldade.
“Para que o aborto nunca seja proposto e muito menos por problemas econômicos ou por falta de apoio”, indicou o presidente de O Telefone pela Vida e membro do comitê organizador do congresso Antonio Gasós.
Esta iniciativa também quer ser um chamado de atenção ao Governo e à sociedade em geral agora que se iniciaram os trâmites para aprovar uma nova lei do aborto.
Esta reforma, advertiu Gasós, “facilitará à mulher a tomada de uma decisão que pode deixar sequelas negativas para toda sua vida”.


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