Um ser humano com cara de sapo. Você já viu?

Lutemos para que se extirpe do panorama legislativo quaisquer leis que tolerem a denominada manipulação in vitro do embrião humano

São Paulo, (Zenit.org) Edson Sampel | 383 visitas

A natureza humana é simplesmente maravilhosa. Os homens e as mulheres revestem-se de variados biotipos. As distinções precípuas dizem respeito à cor da cútis: uns são brancos ou caucasianos, outros negros; há, ainda, os amarelos e os vermelhos. No entanto, os matizes vão se subdividindo em outros aspectos, igualmente fabulosos: existem pessoas loiras e morenas; altas e baixas, gordas e magras. Até os narizes diferenciam-se em diversas espécies de beleza: uns aduncos, outros achatados. Os indivíduos, principalmente as mulheres, gostam de interagir com a natura: tingem os cabelos e encurtam as sobrancelhas, por exemplo, apesar de que, com o avançar da idade, as cabeças todas encanecem, numa democracia inexorável,  que não faz acepção entre pobres e afluentes! Outros registram em seu próprio corpo marcas indeléveis, as tatuagens, comunicando ideias. E por aí vai...

Vive neste planeta, entretanto, um ser humano igual a nós, dotado de alma, do qual a cotio nos esquecemos. Este ser humano não tem braços, nem pernas, nem membro. Posso estar até enganado, mas se o olharmos de relance, na sua primeira fase (as 5 semanas iniciais de existência), considerá-lo-emos bem  parecido com um girino, isto é, com o embrião de um sapo. Mas só na aparência! Que abismo infinito entre um ser humano embrionário e um animal!

O incipiente embrião humano, esse “cara de sapo”, é uma criatura na qual Deus infundiu uma alma. Sim, porque, a alma humana surge no instante da concepção. Tal qual um bebê, que já possui a compleição humana, um embrião também se desenvolverá – se assim o permitirem – e se tornará uma dessas personalidades exuberantes, exemplificativamente descritas acima.

A essência humana no embrião é inconteste, podendo ele ser mesmo batizado! Pelo sacramento do batismo, o homem ou a mulher é incorporado à Igreja (cânon 96). Desgraçadamente, certos “cientistas” manipulam esses embriões em provetas laboratoriais. Dá-se um ingente menoscabo à dignidade suprema e divinal desses irmãozinhos tão inermes quão pequenos. Não se deve querer ser mãe ou pai a qualquer custo!

Lutemos para que se extirpe do panorama legislativo quaisquer leis que tolerem  a denominada manipulação in vitro do embrião humano. Esta é uma causa honorabilíssima, que precisa ser abraçada por todos os cristãos. Não é eticamente aceitável que em determinadas clínicas haja seres humanos agrilhoados em tubos de ensaio, aguardando o óbito com o descarte de seus corpinhos.