APARECIDA, terça-feira, 19 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- A Arquidiocese de Aparecida instalou esta terça-feira um Comitê Ético Eleitoral, instrumento ligado ao Movimento de Combate à Corrupção no Brasil.
O Comitê vai atuar durante o período eleitoral deste semestre no país, na fiscalização e no monitoramento da Lei 9840, que pune a compra de votos, e na educação dos eleitores.
O organismo atua em parceria com a Justiça Eleitoral e a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Assim, as subsedes da OAB de Guaratinguetá e Aparecida receberão as denúncias de compra e venda de votos e de outras possíveis irregularidades cometidas pelos candidatos.
Todas as denúncias serão analisadas e enviadas à Justiça Eleitoral de Guaratinguetá e Aparecida.
«Nossa intenção é que as eleições transcorram de uma maneira coerente, tranqüila, responsável, de tal modo que vamos tentar evitar qualquer violação desta lei», disse o arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis.
De acordo com a Sala de Imprensa da arquidiocese, para a formação do Comitê foram convidados leigos voluntários que trabalharão, nos horários livres, nas sedes das OAB de Aparecida e Guaratinguetá para colher as denúncias. Eles também ajudarão a justiça eleitoral no dia das eleições.
Formação
A arquidiocese também promoveu recentemente um momento de formação dos padres sobre as regras das eleições municipais.
No dia 8 de agosto, a juíza eleitoral de Aparecida, Dr. Rita de Cássia, falou ao clero e pediu que os padres sejam formadores dos eleitores no campo da ética e cidadania.
Os próprios padres ficaram responsáveis por indicar leigos disponíveis para compor o Comitê Ético Eleitoral.
















